Escrito depois de cervejas e conversas, pensando em chico e em sua razão.
Poderia ter-lhe dito muitas coisas: bobagens em tardes, canções de fáceis estribilhos.
Mas não, quis ser eterno e silenciou. Desse silêncio que como pedra afunda, estática, num rio revolto, com calma e azul, rumando ao piso duro do qual não se pode escapar. Numa noite de bruma e lua, enquanto as aguas escorrem e soam na concha de um ouvido qualquer: 'o esquecimento está cheio de lembrança'.
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